Carnaval de Várzea Alegre VII (corrupção a vista)

É tempo de se repensar. Hoje, vê-se uma gestão apegada a “licitação”, “contratos”, relações insistentes com empresas de fora, absolutamente suspeitas.

Carnaval popular misturado com imposições, pequenos comerciantes tendo que se obrigar a somente comprar de uma marca de bebida já previamente combinada. Isso é porta aberta a corrupção, comissões, etc.

Não se compreende se privatizar metade dos espaços (front) segregando as pessoas em plena praça pública, em plena festa a mais democrática de todas.

O bom senso, a falta de dinheiro, a corrupção tudo são fatores que deveriam obrigar os prefeitos a repensarem o carnaval, que promovam festas mais populares, menos ostentatórias, com menos contratos e licitações empresariais e mais participação direta da população.

Tem gente de olho grande nisso, ah, mas tem mesmo!