Câmara municipal a caminho da humilhação 2

Um caso emblemático foi a recente votação que culminou com a rejeição, pelo plenário, ao projeto corrupto, através do qual  Zé Hélder e companhia ofereciam um terreno de valor altíssimo, em troca de outro cujo  dono era louco para doá-lo, tanto é que o fez.

Após a feliz iniciativa da maioria soberana dos vereadores, uma emissora de rádio, que é contratada para defender o poder legislativo, em vez de oferecer espaço à defesa da rejeição do projeto, decidido pela maioria soberana, armou um circo onde se debochou do conjunto da maioria dos mesmos.

Precisam entender que o contrato não é para uso de uma só pessoa ou de um partido, mas do poder, que no caso presente, foi humilhado e debochado. O que é pior, humilhado e debochado em função de uma decisão correta, honesta e que resultou em uma grande economia ao poder.

Nos tempos de Luis Luciano isso não ocorria, mas de jeito nenhum.